segunda-feira, 30 de junho de 2008

20. Trabalho futuro: Modelo Conceptual | Protótipo | Emotividade | DAISY | STDE

Com o fim próximo do ano lectivo e consequente término da disciplina de Ergonomia das Aplicações Multimédia, julgo ser oportuno enunciar resumidamente as conclusões retiradas da avaliação do e-book LIM, assim como algumas propostas para trabalho futuro.

Esta exaustiva investigação permitiu-me apurar dois pontos essenciais:
  • Uma aplicação pode sempre ser optimizada a nível de acessibilidade e usabilidade, mesmo que já seja um produto comercial;
  • Um produto educativo só tem a beneficiar com o enriquecimento do seu conteúdo, tanto a nível de arquitectura de informação, como a nível conceptual.
De facto, o e-book LIM, apesar de inovador no seu conceito, apresenta uma metáfora pobre que, a meu ver, poderá ser enriquecida através de alterações já contempladas no blogue em artigos anteriores. A metáfora do livro real poderá não permitir a exploração das potencialidades de uma aplicação multimédia rica no seu conteúdo. Literatura referente a esta questão demonstra que é possível e vantajoso melhorar a aplicação com base numa reformulação da estrutura do produto - um bom e fundamentado modelo conceptual e, consequentemente, um consistente protótipo e uma nova arquitectura da informação.

Algumas sugestões interessantes:
  • Explorar a questão da emotividade num produto concebido no âmbito da engenharia (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), um tema que tem vindo a despertar um crescente interesse nos últimos anos;
  • Inclusão do e-book LIM na BAES (Biblioteca Aberta do Ensino Superior), optimizando a sua acessibilidade, através do formato DAISY e do estúdio STDE (Structured Text Document Editor) para produção de conteúdos em XML;
  • Escrever um artigo científico de forma a reportar o trabalho desenvolvido nesta área.

Dado o tempo limitado, não me é possível avançar mais no projecto, como seria do meu agrado. No entanto, ficam aqui algumas sugestões para trabalho futuro nesta área.
O trabalho de investigação culminará na escrita de um artigo que poderá, eventualmente, ser publicado na Revista Prisma.Com, do CETAC (Centro de Estudos das Tecnologias, Artes e Ciências da Comunicação).

19. PDF vs. XML | Optimização do e-book LIM

O formato PDF (Portable Document Format) está a tornar-se cada vem mais popular no seio da comunidade cibernética. A Internet possibilitou a conversão, distribuição e troca de documentos electrónicos entre indivíduos e, por esse mesmo motivo, a tecnologia PDF assumiu grande importância neste domínio.

O PDF surgiu em 1993 graças a um dos fundadores da empresa Adobe Systems, John Warnock. O seu grande objectivo era criar "uma tecnologia que permitisse a visualização de arquivos em qualquer computador, independente de plataforma, e que pudesse ser impresso em qualquer impressora" (Arquivos PDF).

Baseando-me na informação disponibilizada no sítio web da Adobe e no blogue da colega de turma Rita Sousa - INcluindo, o referido formato apresenta as seguintes vantagens:
  • Possibilita a distribuição e troca segura de documentos e formulários electrónicos em todo o mundo;
  • É um formato de arquivo universal que preserva as fontes, imagens, gráficos e o layout de qualquer documento de origem, independentemente do aplicativo e da plataforma usados para criá-lo;
  • Os arquivos Adobe® PDF são compactos e completos, podendo ser compartilhados, visualizados e impressos por qualquer pessoa com o software gratuito Adobe Reader®;
  • Acelera a gestão de documentos;
  • Aumento da compressão;
  • Aumenta a produtividade;
  • Reduz a necessidade de papel;
  • Possibilidade de protecção através de senhas;
  • Dificuldade em adicionar vírus ou programas maliciosos em arquivos PDF;
  • É uma especificação de formato de arquivo aberto e está disponível para qualquer pessoa que queira desenvolver ferramentas para criar, visualizar ou manipular documentos PDF.
O e-book do LIM é apresentado em formato PDF, muito usual neste tipo de produtos. Contudo, embora existam inúmeras vantagens na utilização deste formato, como já foi referido anteriormente, há uma questão que o PDF negligencia - a Acessibilidade, apresentando as seguintes desvantagens:
  • Os documentos não são exibidos correctamente em dispositivos portáveis;
  • Os documentos com formatação complexa não podem ser lidos por utilizadores com deficiência visual;
  • O PDF não é considerado um standard W3C;
  • Os documentos em formato PDF apresentam sérias dificuldades na leitura através de leitores de ecrã devido à falta de estrutura;
  • Por tudo isto, torna-se uma barreira ao conceito de "Design Universal", um design para todos.
Tendo em conta o âmbito da disciplina e o desenvolvimento deste trabalho, é bastante relevante dar atenção a estes pontos negativos, apresentado soluções eficazes e eficientes.
Após um exaustivo trabalho de pesquisa em artigos publicados, em sítios web e em blogues referentes a este assunto, sinto-me capaz de apontar melhorias, de forma a promover a acessibilidade e a possibilidade de funcionamento do e-book em várias plataformas.


Uma boa solução para investir na optimização do produto seria apostar na linguagem XML (eXtensible Markup Language), um subconjunto do SGML (Standard Generalized Markup Language) existente desde a década de 80. Desenvolvida desde 1996 e padronizada pelo W3C desde 1998, esta linguagem vem dar resposta a muitos problemas de acessibilidade. Tendo como características principais a estruturação dos dados de forma eficaz, a semelhança com HTML e a interligação de diversas linguagens, XML promete ser o futuro da Internet. Aposta no formato DAISY (Digital Accessible Information System), um Consórcio que torna toda a informação publicada acessível a pessoas com "print disabilities". O formato DAISY é um DTB (Digital Talking Book), uma representação multimédia de uma publicação impressa. Em traços gerais, o DAISY é constituído por diversos tipos de ficheiros e em formatos específicos, produzindo livros que permitem ouvir e ler o texto em simultâneo.

As suas principais vantagens da linguagem XML são as seguintes:
  • É uma recomendação do W3C;
  • Permite gerar linguagens de marcação, isto é, um conjunto de códigos aplicados a um texto para acrescentar dados sobre esse mesmo texto;
  • Facilita a partilha de informações através da Internet;
  • Engloba diversas linguagens, tais como XHTML, RDF, SVG, SDMX, MathML, NCL, XBRL, SMIL, XSIL, todas elas contempladas pelo W3C;
  • Combina a flexibilidade da SGML com a simplicidade da HTML;
  • Permite a separação do conteúdo da formatação;
  • É simples e legível, tanto para humanos como para computadores;
  • Facilita o diálogo entre o homem e a máquina (HCI) (artigo de referência: HCI pattern semantics in XML: a Pragmatic Approach, de Ashraf Gaffar, Ahmed Seffah e John A. Van der Poll);
  • Possibilita a criação de tags sem qualquer limitação;
  • Permite a criação de arquivos para validação de estrutura - DTDs (Document Type Definition);
  • Contempla a estrutura da informação de forma hierárquica;
  • Permite a interligação de bases de dados distintas;
  • Pode atingir grandes taxas de compressão de forma rápida e eficiente;
  • É uma linguagem extensível, livre de licenças, independente de plataforma e que suporta internacionalização e localização, isto é, XML está totalmente de acordo com o padrão Unicode.
Apesar das inúmeras vantagens, o XML também apresenta desvantagens:
  • É pouco intuitivo, dificultando a sua edição por pessoas que não conheçam esta linguagem;
  • Quando muito complexos, os arquivos XML não são facilmente editáveis por pessoas experientes.
A meu ver, estas desvantagens são facilmente contornáveis e compensadas, face às vantagens indicadas. XML é uma família de tecnologias, funciona de forma padronizada na inserção de hyperlinks - Xlink, trabalha com atributos, marcadores, CSS (folhas de estilo), tal como em HTML, e é actualmente a linguagem mais regular e simples de usar.

Transformar o e-book para este "novo" formato, contemplando o formato DAISY, no que diz respeito à produção de um livro digital mais acessível, só traria benefícios e não seria uma tarefa demasiado complicada, tendo em conta os crescentes esforços da Adobe na arquitectura XML. Ao trabalhar com SVG (Scalable Vector Graphics), a questão das imagens serem demasiado pequenas em algumas secções do e-book poderia ser perfeitamente ultrapassada, dada a possibilidade de as aumentar para qualquer resolução, aproveitando toda a resolução de uma impressora e permitindo a sua visualização em ecrãs pequenos e com resoluções diferentes. Sendo igualmente suportada pelo W3C, a linguagem SVG permite descrever vectores estáticos, dinâmicos ou animados.
Explorando as potencialidades do SVG e aplicando-as ao e-book, o conteúdo tornar-se-ia mais acessível, já que esta linguagem é "ideal para a criação, distribuição e impressão de imagens visuais ou tácteis (imagens com relevo destinadas essencialmente a pessoas com deficiências visuais)" e é o "formato preferencial para ilustrar conteúdo áudio/táctil. Nestes casos, o computador faz a leitura do conteúdo áudio enquanto a imagem táctil é colocada numa ferramenta de entrada sensível ao toque" (Rita Sousa, INcluindo).

Quanto às animações, simulações e vídeos existentes no e-book, seria interessante explorar a linguagem SMIL (Synchronized Multimedia Integration Language), que permite integrar "objectos multimédia independentes numa apresentação multimédia sincronizada". Esta linguagem poderia ser útil na transmissão de vídeo e áudio, descritas através de um arquivo de texto. O conteúdo tornar-se-ia mais rico e tanto as imagens JPEG como os vídeos QuickTime poderiam ser integrados de uma forma eficaz, contribuindo para uma nova arquitectura de informação. Baseada em XML, a linguagem SMIL assemelha-se a HTML e facilita a transformação de vídeo para um conteúdo textual acessível aos leitores de ecrã. Isto permitiria, igualmente, aumentar a acessibilidade do produto.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

18. E-book LIM | Avaliação heurística

Baseando-me numa análise não empírica, procedi à avaliação da interface do e-book tendo em conta a avaliação heurística introduzida por Nielsen e Molich em 1990. Estas heurísticas foram revistas posteriormente e publicadas no livro "Usability Inspection Methods" (J. Nielsen & R. Mack, 1994). Nesta obra os autores estabeleceram um conjunto reduzido de guias para a usabilidade, através das quais se torna possível identificar os principais problemas encontrados num website. Embora o meu trabalho se refira a um e-book, a checklist (lista-padrão) poderá ser adaptada a este caso específico. A checklist consiste em 10 princípios básicos que servem apenas como guia (a lista pode ser aumentada ou diminuída conforme a subjectividade do avaliador, o tipo de análise ou a experiência do utilizador):

  1. Visibilidade do estado do sistema;
  2. Correspondência entre o sistema e o mundo real;
  3. Controlo e liberdade do utilizador;
  4. Consistência e standards;
  5. Prevenção de erros;
  6. Reconhecimento em vez de lembrança;
  7. Flexibilidade e eficiência no uso;
  8. Estética e design minimalistas;
  9. Ajuda aos utilizadores no reconhecimento, diagnóstico e recuperação de erros;
  10. Ajuda e documentação.

Para analisar cada heurística utilizei a seguinte estrutura, criada por Darryn Lavery, Gilbert Cockton e Malcolm Atkinson, em 1994, que sistematiza as heurísticas de Nielsen:

  • Conformance Question - o que o sistema ou o utilizador deve fazer para satisfazer a heurística;
  • Evidence Conformance - apresentar provas ou comportamentos da satisfação ou insatisfação dessa heurística;
  • Motivation - apresentar os problemas de usabilidade que a heurística procura evitar.

  1. Visibilidade do estado do sistema

O feedback do sistema permite indicar ao utilizador o estado de realização de uma determinada tarefa. No e-book não existe feedback. No entanto, como se trata de um e-book em formato pdf esta questão poderá assumir contornos distintos. Poderá ser aplicado feedback quando são abertas as páginas na Internet, no caso das simulações e enquanto se navega de página em página dentro do e-book (já que esta navegação demora um pouco em algumas situações).

  1. Correspondência entre o sistema e o mundo real

No e-book existe uma relação com o mundo real no que diz respeito às simulações. Estas poderão, em alguns casos, parecer-se com os mecanismos reais de experimentação. No entanto, algumas metáforas são pobres e, portanto, difíceis de “manusear”. A linguagem é bastante técnica – existe uma relação com o mundo real (área de Engenharia).

  1. Controlo e liberdade do utilizador

O e-book responde a esta questão com um menu superior que permite ao utilizador navegar entre as diversas secções e subsecções. No entanto, o menu não é facilmente perceptível e, em alguns casos, as descrições das secções não se encontram muito visíveis. Portanto, esta liberdade poderá ficar afectada e obrigar o utilizador a navegar através das setas inferiores.

  1. Consistência e standards

O produto apresenta consistência e standards através da forma como o conteúdo se encontra associado à secção que lhe corresponde, pela forma como os menus são disponibilizados; pelo tamanho e tipo de letra, localização e tamanho das imagens, cores e formas dos botões. No entanto, existem situações em que o menu se “desdobra” e as descrições das secções não ficam totalmente visíveis. Nestes casos torna-se complicado perceber qual o tema da página em que o utilizador se encontra. Além disso, na primeira página de cada menu, onde são disponibilizados os subtemas, as formas assumem posições e tamanhos aleatórios e em alguns casos as letras ficam pouco legíveis. O utilizador poderá “perder-se” no percurso e não perceber qual é o “padrão de navegação”. Poderá ainda ter dificuldades em ler a descrição da secção.

  1. Prevenção de erros

A arquitectura de informação do e-book está estruturada mediante um menu que se encontra no “Índice de Capítulos”, tal como num livro. Contudo, é importante perceber que este é um suporte digital e que a metáfora pode não levar o utilizador pelo caminho desejado. Se o utilizador se encontrar numa determinada página, como por exemplo, no “Capítulo VIII – Medição de temperatura: termómetros de resistência”, é obrigado a perceber a estrutura de navegação previamente, caso contrário, dificilmente perceberá que é necessário clicar no menu superior e depois novamente nas duplas setas (“rewind”) para chegar ao “Índice de Capítulos” e para partir para outra secção.

  1. Reconhecimento em vez de lembrança

No e-book esta questão parece ter sido esquecida. A estrutura de navegação obriga o utilizador a percebê-la primeiro por não ser intuitiva. Não existem affordances nem nos menus, nem nos botões; em geral não são facilmente perceptíveis as áreas clicáveis. O utilizador poderá perceber o esquema de navegação através do texto que se encontra disponível nos menus, mas inicialmente precisaria de um tutorial para perceber como funciona a navegação no e-book. Como não existe um “mapa do site”, neste caso “mapa do e-book”, o utilizador tem de experimentar o produto primeiro para perceber como “manuseá-lo” correctamente.

  1. Flexibilidade e eficiência no uso

Como foi apresentado na heurística anterior, o utilizador necessita de experimentar o produto previamente para perceber como navegar nele. O acesso à informação não é vedado mas é dificultado em algumas situações. Depois de perceber como funciona o produto, o utilizador poderá mais facilmente chegar ao “Índice de Capítulos” – a página a partir da qual o utilizador poderá partir para qualquer tema. Depois da experimentação inicial, o utilizador consegue mais facilmente perceber onde se encontram os botões de “retroceder” e perceber qual o sistema que o permite chegar ao caminho pretendido.

  1. Estética e design minimalistas

No e-book a informação encontra-se bem organizada em secções e subsecções; é, portanto, fácil perceber qual o tema em que o utilizador se encontra. Como foi adoptada uma linguagem muito técnica, a especificidade poderá ser um obstáculo ao utilizador. Contudo, houve um cuidado em garantir o acesso simples, rápido e eficaz/eficiente ao conteúdo. As opções disponíveis mantêm-se de secção para secção, os espaços “brancos” existem, as cores adoptadas são sóbrias e o tipo de letra é “não serifado”, o que facilita a leitura da informação e permite ao utilizador “respirar” da leitura de vez em quando sem se cansar tanto.

  1. Ajuda aos utilizadores no reconhecimento, diagnóstico e recuperação de erros

No e-book não existem mecanismos de prevenção de erros, como já foi indicado previamente. Existe, contudo, um aviso de que será aberta uma página na Internet quando o utilizador clica no botão “Simulação” ou “Experiência Remota”, por exemplo. Mesmo assim, esta situação só ocorre mediante as opções que o utilizador acciona no Adobe Acrobat, para visualizar documentos e aceder a links externos, e se as opções da Firewall do computador (de onde o utilizador acede ao produto) estiverem preparadas para apresentarem este aviso previamente.

  1. Ajuda e documentação

Seria interessante, a título de exemplo, um agente interactivo que ajudasse o utilizador a navegar pela aplicação, já que esta tarefa parece difícil num primeiro contacto com o produto. As autoras Paula M. Bach e Jennifer Lai, no artigo “Usability and Learning in a Speech-Enabled Reading Tutor: A Field Study”, apontam um tutor de leitura aplicado ao ensino e aprendizagem, o Reading Companion. Poderiam ser estudadas as possibilidades deste sistema e algumas delas aplicadas ao e-book. Poderiam ser explorados menus de acesso rápido, um motor de busca através de palavras-chave, um sistema que detectasse “tempos de espera” do utilizador, etc.

17. O e-book LIM visualizado pelos daltónicos

Numa pesquisa pela Internet encontrei um simulador de daltonismo: o Vischeck. Através deste teste, podemos ter uma noção de como os daltónicos vêem as imagens e os web sites. Achei interessante fazer o teste com a capa de apresentação do e-book e apresentar os resultados, mediante os diversos tipos de daltonismo existentes:

Deuteranopia
ProtanopiaTritanopia
É sempre importante ter uma ideia de como as pessoas com certas incapacidades visuais vêem os produtos que concebemos, para podermos optimizá-los e torná-los mais eficazes.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

16. E-book LIM | Teste com Utilizadores . Sugestões para melhorar o produto

Os utilizadores apresentaram várias sugestões para melhorar o produto. Além disso, retirei algumas conclusões pela forma de interacção, navegação e exploração do e-book aquando dos testes com utilizadores. De forma sucinta, deixarei as diversas opiniões neste artigo.
  • Para evitar que o utilizador se "perca" na navegação, deveria ter sempre disponível uma opção para voltar à "página inicial" (Índice de Capítulos);
  • Disponibilizar um mapa do e-book do lado esquerdo, semelhante ao do Adobe Acrobat Reader, para o utilizador saber onde se encontra;
  • O ínicio (agradecimentos, prólogo, etc.) é muito extenso e faz com que o utilizador demore muito tempo a chegar ao Índice de Capítulos, o conteúdo que realmente lhes interessa - deveria ser imediato;
  • As setas de navegação para as páginas anteriores e seguintes (no rodapé) e as de "rewind" (para o Índice de Capítulos) poderiam ser maiores;
  • O e-book poderia abrir num tamanho em que não fosse necessário utilizar o scroll para visualizar o conteúdo na sua totalidade, caso contrário, o utilizador poderá avançar mais páginas do que aquelas que efectivamente pretende avançar;
  • As setas de rewind estão associadas a vídeo e, portanto, não são intuitivas - deveriam ser de outro formato (porque não um "HOME"?);
  • O botão "Índice de Capítulos" deveria ter um destaque maior por ser o conteúdo que mais interessa aos alunos;
  • Na primeira página de cada capítulo, as "caixas" com os diversos temas poderiam ser do mesmo tamanho e formato - consistência;
  • O e-book deveria disponibilizar de forma imediata duas ferramentas muito importantes: possibilidade de sublinhar e comentar;
  • Os títulos e subtítulos têm o mesmo tamanho de letra e as cores variam entre si, sem qualquer ordem - deveria ter mais consistência e mapeamento e estar disposto por ordem de importância;
  • O tamanho do texto poderia ser maior - ao aumentar a resolução, alguns conteúdos deixam de estar visíveis e torna-se necessário utilizar o scroll;
  • Os botões que conduzem aos vídeos deveriam ser mais intuitivos;
  • As áreas clicáveis deveriam estar mais visíveis - affordance;
  • As experiências deveriam ser mais realçadas - são o grande objectivo do e-book;
  • As imagens que surgem nas páginas iniciais de cada capítulo deveriam ser maiores ou, então, aumentarem de tamanho quando o utilizador passa com o rato por cima delas;
  • As simulações deveriam ser mais intuitivas - o utilizador fica sem saber onde introduzir os valores;
  • O e-book poderia abrir em full-screen sem ser com o Adobe Acrobat Reader, de forma a promover uma maior concentração e sensação de imersão;
  • A forma de navegação pelo e-book deveria ser mais intuitiva - o utilizador necessita andar "à descoberta" primeiro para perceber como funciona;
  • O e-book poderia estar mais organizado e melhor estruturado.